quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Livros gratuitos de Euclides da Cunha na internet

No endereço http://noticias.universia.com.br/tempo-livre/noticia/2012/08/17/959508/7-livros-euclides-da-cunha-download-gratis.html é possível baixar, gratuitamente, sete livros de Euclides da Cunha, famoso como o autor de "Os Sertões", que relata a Guerra de Canudos.

O escritor Euclides da Cunha atuou também como jornalista, sociólogo, historiador, geógrafo, poeta e engenheiro.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Termos médicos com Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa


Alguns termos médicos com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

O Acordo só produziu efeitos a partir de 1º de janeiro de 2009, havendo um período de transição entre 1º de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2012.

1. Ditongos abertos (ei, oi) não são mais acentuados em palavras paroxítonas:
CEFALEIA
DIARREIA
OTORREIA
PARANOICO
PARANOIA

2. O hiato "oo" não é mais acentuado:
ENJOO

3. Não existe mais o trema em língua portuguesa, exceto em casos de nomes próprios e seus derivados:
MÜLLER
MÜLLERIANO

4. O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por "r" ou "s", sendo que essas devem ser dobradas:
ANTISSEPSIA
ANTISSÉPTICO
ANTIRRUGAS
EXTRASSÍSTOLE
ULTRASSOM
ULTRASSONOGRAFIA
SUPRARRENAL

5. O hífen não é mais utilizado em palavras formadas por prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por outra vogal:
AUTOANTICORPO
AUTOINFECÇÃO
AUTOINTOXICAÇÃO
CONTRAINDICAÇÃO
INTRAOCULAR
SUPRAOCULAR
INTRAUTERINO

ATENÇÃO:
Exceto quando a palavra seguinte iniciar por "h":
AUTO-HEMOTERAPIA
ANTI-HIGIÊNICO

6. Utiliza-se hífen quando a palavra é formada por um prefixo (ou falso prefixo) terminado em vogal + palavra iniciada pela mesma vogal; ou prefixo terminado em consoante + palavra iniciada pela mesma consoante:
ANTI-INFECCIOSO
ANTI-INFLAMATÓRIO
EXTRA-ARTICULAR
INTRA-ARTICULAR
MICRO-ORGANISMO
HIPER-REFLEXIA

7. O uso do hífen permanece em palavras compostas que não contêm elemento de ligação e constitui unidade sintagmática e semântica, mantendo o acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas:
MÉDICO-CIRURGIÃO
CONTA-GOTAS
ANÁTOMO-PATOLÓGICO

8. O uso do hífen permanece em palavras formadas por prefixos "circum" e "pan" + palavras iniciadas em vogal, "m" ou "n":
PAN-OFTALMIA
PAN-OSTEÍTE
PAN-MIELOPATIA

9. O uso do hífen permanece em palavras formadas com prefixos "pré", "pró" e "pós" + palavras que tem significado próprio:
PRÉ-ANESTÉSICO
PRÉ-CLÍNICO
PRÉ-COMA
PRÉ-DIABETES
PRÉ-ECLÂMPSIA
PRÉ-NATAL
PRÉ-OPERATÓRIO
PÓS-OPERATÓRIO
PÓS-PRANDIAL
ATENÇÃO: PRECÓRDIO, PRECORDIALGIA

10. O uso do hífen permanece em palavras formadas pelas palavras "além", "aquém", "recém" e "sem":
RECÉM-NASCIDO
RECÉM-ADMITIDO

Autor: Dr. Elvio Armando Tuoto

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Hífen após anti

Hífen após anti.
Fonte - Professor Sérgio Nogueira (consultor TV Globo)

De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, o hífen não é mais utilizado nas palavras em que "anti" é sucedido por R ou S. Nesses casos, o R ou o S deverão ser dobrados.

Assim:
Grafia antiga: anti-rugas;, anti-retroviral, anti-social;
Nova grafia: antirrugas”, antirretroviral;, antissocial

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Quando usar esse e este

Quando usar esse e este

Fonte: Sandra Quarezemin - doutora em Linguística e professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).


"Esse" é usado para retomar um termo, uma ideia ou uma oração já mencionados, como no exemplo a seguir: "A Terra gira em torno do Sol. Esse movimento é conhecido como translação".

"Este", por sua vez, introduz uma ideia nova, ainda não mencionada, como podemos observar na frase "Este argumento de que os homens não choram é ultrapassado".

"Este" também pode indicar proximidade do falante, enquanto "esse" nos dá a ideia de proximidade do ouvinte. Vejamos as frases: a) "Este sapato me pertence", b) "Quando você comprou esse sapato que está usando?". Em (a), o sapato é de quem fala e, portanto, está mais próximo dele. Em (b), o sapato é do ouvinte.

Os dois termos são classificados pela gramática como pronomes demonstrativos e são usados quando o falante quer esclarecer a identidade de um referente (nome), retomar conteúdos e localizálo no tempo e no espaço. Entre essas funções, a mais importante é a de retomar ideias já mencionadas e ajudar na articulação do texto.


Casos de uso da vírgula (proibida e obrigatória)

Uso da vírgula
Fonte: Manual Redação Folha SP

Vírgula proibida - Entre sujeito e predicado ou entre predicado e sujeito.
Entre verbo e seu(s) complemento (s).

Exemplo: O ministro das Relações Exteriores da França está em Brasília/Está em Brasília o ministro das Relações Exteriores da França.

Vírgula obrigatória - Depois de orações adverbiais antepostas.

Exemplos: Se não chover, haverá jogo;
Quando a economia entrou em colapso, o ministro renunciou;
Ao deixar o governo, o prefeito voltará a dar aulas na universidade.

Antes do "que" que introduz oração explicativa.

Exemplo: Nosso time, que ganhou o torneio neste ano, foi vice dessa competição em 2005 e 2006.

Quando há elipse do verbo (omissão do verbo escrito anteriormente).

Exemplo: Os cariocas preferem praia; os paulistas, shopping.

Para separar conjunções contíguas.

Exemplos: Irá a São Paulo, mas, se não receber o cachê antes, não cantará;
Disse que, quando for a Brasília, tentará uma audiência com o presidente.

Antes de "mas" (com sentido de "porém"), "porém", "contudo","entretanto", "todavia", "portanto", "por isso" etc.

Exemplo: Jogou bem, mas perdeu; Estudou, porém foi reprovado; O acordo não será renovado, portanto os empregos serão mantidos.

Antes de "e" que introduza oração de sujeito diferente do da anterior, se, sem a vírgula, houver a possibilidade de entender o sujeito da segunda oração como complemento do verbo da primeira.

Exemplo: Fifa pune Maradona, e Pelé recebe prêmio.

Para separar adjuntos adverbiais de natureza diferente.

Exemplo: Ontem à noite, no Engenhão, sem sete titulares, sob chuva forte, o Flamengo derrotou o Vasco.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

CNPq deve ampliar vagas para brasileiros em universidades alemãs

Diretores do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq) e do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico devem firmar parceria entre Brasil e Alemanha até abril.

O objetivo do acordo é ampliar as vagas para estudantes brasileiros em universidades alemãs. As oportunidades vão desde a graduação sanduíche (modalidade em que o aluno alterna o período de estudo entre o Brasil e outro país) até o pós-doutorado.