quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Casos de uso da vírgula (proibida e obrigatória)

Uso da vírgula
Fonte: Manual Redação Folha SP

Vírgula proibida - Entre sujeito e predicado ou entre predicado e sujeito.
Entre verbo e seu(s) complemento (s).

Exemplo: O ministro das Relações Exteriores da França está em Brasília/Está em Brasília o ministro das Relações Exteriores da França.

Vírgula obrigatória - Depois de orações adverbiais antepostas.

Exemplos: Se não chover, haverá jogo;
Quando a economia entrou em colapso, o ministro renunciou;
Ao deixar o governo, o prefeito voltará a dar aulas na universidade.

Antes do "que" que introduz oração explicativa.

Exemplo: Nosso time, que ganhou o torneio neste ano, foi vice dessa competição em 2005 e 2006.

Quando há elipse do verbo (omissão do verbo escrito anteriormente).

Exemplo: Os cariocas preferem praia; os paulistas, shopping.

Para separar conjunções contíguas.

Exemplos: Irá a São Paulo, mas, se não receber o cachê antes, não cantará;
Disse que, quando for a Brasília, tentará uma audiência com o presidente.

Antes de "mas" (com sentido de "porém"), "porém", "contudo","entretanto", "todavia", "portanto", "por isso" etc.

Exemplo: Jogou bem, mas perdeu; Estudou, porém foi reprovado; O acordo não será renovado, portanto os empregos serão mantidos.

Antes de "e" que introduza oração de sujeito diferente do da anterior, se, sem a vírgula, houver a possibilidade de entender o sujeito da segunda oração como complemento do verbo da primeira.

Exemplo: Fifa pune Maradona, e Pelé recebe prêmio.

Para separar adjuntos adverbiais de natureza diferente.

Exemplo: Ontem à noite, no Engenhão, sem sete titulares, sob chuva forte, o Flamengo derrotou o Vasco.

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