quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Nelson Jobim deverá continuar como ministro da Defesa

Quem vê a acirrada disputa entre os candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff e José Serra, não acredita que eles concordem em algo.

No entanto, Dilma e Serra convergem na escolha do ministro da Defesa em caso de vitória neste domingo, dia 31. E deverá ser mantido o atual ministro Nelson Jobim.

Um nome do PMDB que agrada petistas e tucanos. Os candidatos acreditam que Jobim é o ideal para conduzir a pasta pelo perfil firme e a disposição para resolver problemas.

Gaúcho, de Santa Maria, Nelson Jobim foi ministro do Supremo Tribunal Federal, nomeado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Ele assumiu a presidência do STF em 2004. Atuou como ministro da Justiça, entre 1995 e 1997, durante o primeiro governo FHC.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Debate sobre Mídia On-line no Correio Braziliense

O Grupo de Mídia de Brasília promove nesta quarta-feira, dia 27, às 19h30, o evento Roda de Debates - Mídia On-line, no auditório do Correio Braziliense, Setor de Indústrias Gráficas (SIG), Quadra 2 Lote 340, em Brasília.

Serão abordados os temas Rede Sociais - Modelo de mídia x produção, Mídia de performace - SEM e SEO e Mobile, games e outros formatos inovadores.

O âncora da Rádio CBN FM de Brasília, jornalista Estevão Damázio, será o moderador. A mesa será composta por Adriana Moya (Digital Group), Fernanda Coimbra (Plano Digital), Cristiano Perozzo (Terra LatinoAmérica), Léo Xavier (Ponto Mobi), Fábio Tachibana (TV1), Eliel Allebrandt (Agência Click), Marco Bebiano (Google) e os anunciantes Edson Kikuchi (Caixa) e Jaderson Alencar (Embratur).

Entrada é gratuita. A confirmação de presença deverá ser feita pelo e-mail grupodemidia@gmail.com.

Eis o perfil dos integrante da mesa do encontro:



Jaderson de Alencar

Embratur – Diretor de Marketing

Tem 29 anos, é paranaense e consultor de marketing do Instituto Brasileiro de Turismo – EMBRATUR e responsável pela consultoria da área de comunicação digital do Instituto em âmbito internacional. É formado em Turismo e Hotelaria pela Universidade do Vale do Itajaí, UNIVALI com pós-graduação em Comunicação com o Mercado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM. Participou ativamente da construção e lançamento da Marca Brasil e do Plano de Marketing Turístico Internacional do Brasil – Plano Aquarela e de projetos especiais para o Instituto Brasileiro de Turismo. É um profissional com 10 anos de carreira em Comunicação, em empresas de pequeno, médio e grande porte nos setores público e privado, com ênfase em administração de empresas, consultorias mercadológicas internacionais, gerenciamento de franquias, CRM, coordenação e produção de grandes eventos, branding, elaboração e aplicação de planos de marketing estratégicos, comunicação digital, campanhas institucionais, mídia, segmentação de stakeholders. Grande experiência em integração e implementação de processos de comunicação com coordenação de projetos, implantação e monitoramento de ações no Brasil e principalmente no exterior.

Fernanda Coimbra

Plano Digital – Gerente de Mídia

Com aproximadamente 10 anos de experiência no mercado de Brasília, atuou em grandes empresas como Terra Networks Brasil, Site Candango, AgêciaClick e atualmente Gerente Executiva da Plano Digital. Com expertise em Planejamento estratégico on-line, nesses anos atendeu grandes contas como Governo Federal e Distrital.

Fábio Tachibana

Grupo TV1 - Gerente Geral de Mídia On-line

Publicitário com 10 anos de experiência em MKT Digital. Estrategista de mídias digitais e especialista em SEM, BI e e-commerce. Passagens pela AgênciaClick, Gradiente, RAPP e Young&Rubicam onde foi responsável pelas ações de mídia on-line de lançamento do e-commerce Casas Bahia, campanha de lançamento do MINI Cooper no Brasil, projeto de Copa 2010 para VIVO com mais de 160 mil pessoas cadastradas na promoção, lançamento do
e-commerce de Hotels.com no Brasil, entre outros.
De volta ao Grupo TV1, onde teve uma passagem anterior de mais de quatro anos, é responsável pelas estratégias de mídia on-line. Estruturou o departamento de mídia on-line em 2006, hoje conta com uma equipe especializada em mídias digitais com mais de 20 profissionais.

Léo Xavier -

Pontomobi – CEO

Pioneiro no mercado de mobile marketing no País, é CEO da Pontomobi, grupo especializado em mobile marketing que reúne outras cinco empresas: MobMidia (desenvolvimento de aplicativos), Microways (desenvolvimento de mobile games), Mr. Postman (integradora SMS), NewAd.mobi (mídia indoor interativa) e Redemobi (rede de mídia em celulares e tablets).

Fundada em 2007, a Pontomobi trabalha alinhada com agências tradicionais e digitais e já realizou 360 projetos para anunciantes como Unilever, Johnson&Johnson, Ambev, Coca-Cola, Fiat, Banco do Brasil e Bradesco, entre outros. Em Novembro de 2008, a Pontomobi passou a fazer parte da RBS, terceiro maior grupo de mídia no mercado brasileiro.
Em 2007, tornou-se o primeiro brasileiro a fazer parte do capítulo mobile da IADAS (International Academy of Digital Arts & Sciences).
Em 2009, foi eleito um dos Diretores do Board da MMA LATAM (Mobile Marketing Association), a principal associação global de mobile marketing.
Em 2010, lançou o livro #Mobilize (www.mobilizebook.com.br), um guia prático sobre mobile marketing em coautoria com Ricardo Cavallini e Alon Sochaczewski.
É editor do mobilizadoBLOG (www.mobiizado.com.br), principal site dedicado a mobile marketing no País, e também assina colunas eletrônicas no Comercial&Cia da rádio Band News e no Programa Reclame exibido no Multishow.
Já realizou mais de 120 palestras e workshops sobre mobilidade e ministrou aulas na FGV, USP, ESPM e PUC.
É formado em Administração de Empresas pela FGV e também estudou Publicidade&Propaganda na ECA/USP.

Eliel Allebrandt

Agência Click –VP de Negócios e Operações

MBA Executivo pela COPPEAD/URFJ. Bacharel em Comunicação Social pelo UniCEUB. Especialização em gerência e coordenação de equipes. Atuando há 12 anos no mercado web. Experiência profissional de 13 anos com mercado corporativo na área comercial e atendimento ao cliente. Presidente do Comitê regional de Brasília do IAB.

Marco Bebiano

Google

Formado em Propaganda e Marketing pelo Instituto Mackenzie e
Pós-Graduado em MBA de Marketing de Serviços pela ESPM. Iniciou sua experiência profissional na Publicis. Em 1997 entra em uma das primeiras agências interativas do Brasil, mais tarde adquirida pela multinacional ModemMedia Digitas, onde criou e desenvolveu um dos primeiros departamentos de mídia on-line no Brasil. Em 2004 foi convidado para dirigir a área de mídia da AgênciaClick, atendendo a marcas como Bradesco, FIAT, Sadia, SKY, Credicard Citi, Coca-Cola, Coca-Cola Light, Brastemp, Consul, L´ancôme, VISA, Gillette, entre outros. Colaborou para a evolução da Internet como mídia, participando ativamente do Grupo de Mídia SP por seis anos e hoje é Presidente do o comitê de Search na principal associação de midia interativa no mundo: a IAB (International Advertising Bureau) No Google é responsável por uma área voltada a desenvolver negócios e estreitar o relacionamento com as principais Agências do Brasil.

Edson Kikuchi

Caixa Econômica Federal – Gerente Nacional de Publicidade e Propaganda

47 anos, natural de Londrina/PR. Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual de Londrina – UEL. MBA em Finanças pelo IBMEC – Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais. Empregado da Caixa Econômica Federal há 26 anos. Desde 2004 é Gerente Nacional de Publicidade e Propaganda de uma das maiores empresas do País e 4ª maior anunciante (fonte: Ibope Monitor ano 2009). Diretor da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes (2010/11) e Diretor do IVC – Instituto Verificador de Circulação

Adriana Moya

Digital Group – Sócia e Diretora Executiva

Possui 20 anos de experiência em publicidade, sendo 11 deles dedicados ao mercado on-line. Iniciou sua atuação na web como executiva de contas do grupo UOL em Brasília. Foi fundadora da Digital Group, onde ajudou a construir alguns dos primeiros cases de sucesso da publicidade on-line e hoje desempenha, entre outras funções, a prospecção de novos negócios. Além disso, também ocupa a presidência da ABRADI DF – Associação das Agências Digitais do DF. A expertise de 10 anos no mercado on-line, somados à realização de projetos para grandes clientes como Ministérios da Saúde, Cidades e Turismo, Caixa Seguros, ParkShopping, SESI, Brasal, Sebrae, SECOM, entre outros, fez com que a Digital se tornasse referência no mercado local como uma agência especializada em comunicação digital. Para esses clientes, a Digital desenvolveu diversos trabalhos como portais, hotsites, campanhas on-line, extranet, intranet, blogs, além de projetos de social mídia e mobile marketing.

Estevão Damásio

CBN Brasília – Gerente Regional

Apresenta, de segunda a sexta-feira, o programa CBN Brasília, entre 9h30 e meio-dia. Formou-se em jornalismo pela faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte (Uni BH) e fez pós-graduação em Política e Gestão de Organizações Não Governamentais (ONGs), pela Universidade de Brasília. Damazio foi repórter setorista do Palácio do Planalto por nove anos e participou da cobertura política e econômica dos últimos governos. Também foi repórter free-lancer das revistas Veja Minas Gerais, Placar e Exame.

Cristiano Perozzo

Gerente de Produtos de Social Mídia – Terra Latino-americana

Gaucho, 37 anos, é formado em Ciências de Computação e Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS. Cursou também MBA, Master en Dirección de Empresas, na ESIC Bussiness & Marketing School de Madrid. Trabalha no Terra Networks desde 2003 onde iniciou na área de TI e posteriormente transferiu-se para a área de produtos onde atua como Gerente de Produtos de Social Media para a América Latina e Estados Unidos. Possui experiência em gerenciamento de projetos e definição, desenvolvimento e implantação de produtos de internet com participação e conteúdos de usuários como Fotolog, Chat, Tbox, Listas, Comentários e Valoração, além de alianças com os grandes players de mídias sociais como Twitter, Facebook, Google e Foursquare.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Possíveis ministros da Educação

É inevitável que aconteçam especulações sobre os possíveis ministérios dos candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff e José Serra. Especula-se que a pasta da Educação da petista, está entre o atual ministro Fernando Haddad, admirado pelo presidente Lula, e o ex-secretário estadual de Educação de São Paulo, Gabriel Chalita, com apoio do PSB e doPMDB.

A indicação de Haddad tem recebido críticas do partido de Michel Temer pelos problemas que ocorreram no Exame Nacional do Ensino Médio (erro no gabarito e vazamento de informações).

Do outro lado, Chalita enfrenta resistências dentro do PT, no entanto, tem a simpatia de Dilma por ter ajudado muito na polêmica sobre o aborto. Ele pertenceu ao PSDB, foi afilhado político do falecido ex-governador Franco Montoro, e contou com muito prestígio durante o primeiro governo de Geraldo Alckimin. Agora pertence ao PSB, legenda que apóia o possível governo de Dilma Rousseff.

Já o candidato José Serra parece não ter dúvida para o cargo. Provavelmente irá repetir a escolha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e optar pelo ex-ministro Paulo Renato Souza.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Dilma e Serra debatem proposta para a educação


Eis a matéria com os candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff e José Serra, publicada nos sites da Federação Nacional das Escolas Particulares (Link - http://www.fenep.com.br/noticia.asp?ed=000010&n=01) e do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Rio de Janeiro (Link - http://www.sineperio.educacao.ws/leiamais.aspx?e=000010&g=01&n=01).


Por Marcelo Bebiano

Nesta entrevista, os candidatos à presidência da República Dilma Rousseff e José Serra falam de seus planos para a educação brasileira. Eles destacam a importância do investimento no professor, com a melhora da estrutura atual e o oferecimento de salários mais atraentes. Os candidatos também enfatizam a importância da escola particular na luta pela melhoria da educação nacional. Para eles, este setor desempenha um importante papel na sociedade. Os candidatos vislumbram o estabelecimento de parcerias com o governo federal. Eles afirmaram que o Programa Universidade para Todos (Prouni) deverá continuar a ser utilizado, com algumas alterações. Os dois também desejam investir no ensino técnico com o objetivo de formar mão-de-obra para atender a crescente demanda por profissionais. Confira as opiniões dos candidatos e suas trajetórias de vida.

A educação será uma prioridade em seu governo?

Dilma Rousseff - A educação, a saúde e a segurança pública serão prioridades. Mas nem agora, nem no futuro, se pode imaginar que o Brasil cresça, funcione, tenha um povo feliz, se a prioridade das prioridades não for a educação. Nenhum presidente da República deste País teve tanta clareza sobre isso como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nós fizemos muito. Colocamos a educação de novo nos eixos e democratizamos o acesso dos mais necessitados ao ensino de qualidade. Mas vamos fazer muito mais, começando com os investimentos em creches. Serão construídas 1.500 creches por ano, para chegarmos em 2014 com todas as crianças atendidas por creches de qualidade, bem alimentadas, bem tratadas, felizes. Vamos criar mais vagas no Programa Universidade para Todos (Prouni). Valorizar ainda mais os professores. Criar mais escolas técnicas e torná-las cada vez mais modernas e eficientes.

José Serra - Sim. E não poderia ser diferente. É pela educação que ocorre a mobilidade social. As chances são multiplicadas. Precisamos avançar muito nesta área, no Brasil, e corrigir equívocos. Em São Paulo, por exemplo, foram desenvolvidas muitas ações de grande impacto. Em quatro anos, a folha de pagamento da educação passou de R$ 7,8 bilhões para R$ 10,4 bilhões. É notório que este setor exige investimento maciço para funcionar. Não adianta criar programas e não investir pesado na formação dos professores. A estrutura também não pode ser esquecida. Foram construídas 110 novas escolas, em São Paulo, e abertas 146 mil vagas. Também realizamos concursos públicos voltados para a promoção de professores, o que permite um aumento de 25% nos salários. Com isso, beneficiamos os profissionais através do mérito, da competência. Essa ação possibilita aos professores multiplicar, ao longo da carreira, seu salário inicial em quase quatro vezes. São iniciativas objetivas, como essas, que permitem tornar atraente a carreira de professor e gerar valorização para o magistério. Trabalho sério e inteligente. A gestão exige investimento, descentralização e cobrança de resultados.

Como valorizar o professor neste panorama, em algumas regiões, com baixos salários e perspectivas nada animadoras?

Dilma - A valorização do professor é a base de tudo. Quando o presidente Lula assumiu o governo, o professor não tinha um piso salarial. Nós criamos um piso nacional para o magistério, por lei. Hoje esse piso é de R$ 1.040,00. Ainda não estamos no ideal, mas vamos avançar. Porque não se faz ensino de qualidade sem professor bem pago, valorizado e respeitado. O professor também precisa estar sempre estudando, e assim as universidades federais são muito importantes para que a gente assegure a aprendizagem continuada pelos professores.

Serra - A qualidade do ensino passa, obrigatoriamente, pela remuneração adequada do professor. No entanto, isso não é tudo. Esse profissional necessita de motivação e facilidade de acesso a livros, revistas, jornais, cinema, teatro e cursos, além de tudo mais o que o mundo da cultura possa lhe oferecer. É fundamental um plano de carreira que permita vislumbrar um crescimento profissional e, principalmente, formação continuada. Devemos fazer um enorme esforço para aumentar o salário dos professores e oferecer acesso aos bens culturais disponíveis. São necessárias ações conjuntas. É fundamental pensar grande e corretamente a educação nacional.

Os senhores pretendem prosseguir com o Programa Universidade para Todos?

Dilma - Sim. É um dos grandes programas do governo do presidente Lula e um exemplo bem sucedido de parceria com o setor privado. Reconhecido pela sociedade. O Prouni distribuiu 600 mil bolsas de estudo para jovens pobres em faculdades particulares. Eram vagas que não estavam ocupadas. Com o Prouni, as faculdades ocuparam suas vagas vazias com alunos que, de outra maneira, sem as bolsas, nunca conseguiriam frequentar uma universidade. E puderam estudar em boas faculdades. Mas a melhor notícia de todas é que estes 600 mil jovens brasileiros que ganharam bolsa do Prouni ficaram entre os melhores alunos das universidades. Uma pesquisa mostrou que eles estão acima da média. Eu fico muito orgulhosa de dizer isso. Gente pobre, trabalhadores, gente que se sacrifica para criar os filhos, vendo que eles finalmente podem entrar numa universidade. E vendo, principalmente, que os filhos souberam retribuir tanto esforço, estudando bastante e ficando entre os melhores alunos.

Serra - Vamos ampliar o Programa Universidade para Todos. Criaremos o Prouni do ensino técnico, com a concessão de bolsas de estudo em escolas técnicas particulares a alunos de regiões que não possuem a opção do ensino técnico público. Daremos bolsas para que um aluno, em determinada região, possa ir para a escola particular do ensino técnico com bolsa do governo. Vamos levar isso para a base da sociedade. Ninguém destrói coisas feitas que possam ser melhoradas. O governo deve pensar no interesse da população acima de questões políticas. As correções a serem feitas serão realizadas com muito esmero e atenção.

Como a escola particular pode auxiliar em ações para a melhoria da educação nacional?

Dilma - Tenho a certeza de que toda a sociedade dará a sua contribuição para melhorar a educação nacional. É um setor fundamental do País. E acredito que a escola particular estará incluída nessa luta. Ela cumpre um papel importante na sociedade. Terá que ser um esforço de todos. Desejamos nos associar aos que anseiam por uma educação melhor para o Brasil.

Serra – A escola particular presta um serviço muito importante ao País. Ela possui um nível de ensino reconhecido pela sociedade. Acredito que poderemos firmar muitas parcerias para melhorar a educação brasileira. Conto com a escola particular para desenvolver vários projetos.

O ensino profissionalizante será incentivado?

Dilma: Sim. Nós voltamos a construir escolas técnicas no Brasil. Em menos de oito anos, já construímos 136 novas escolas e vamos chegar ao final deste ano com 214. Para se ter uma ideia, da primeira escola técnica criada no Brasil, no início do século passado (1909), pelo então presidente Nilo Peçanha, até 2003, criaram-se apenas 140 unidades. A formação técnica profissional é uma política pública que vem dando as respostas que imaginávamos. O Brasil está crescendo muito e vai crescer ainda mais, exigindo mais profissionais especializados. O caminho é criar mais escolas técnicas e oferecer mais vagas. O nosso projeto, até 2014, é construir uma escola em cada município com mais de 40 mil habitantes. Assim haverá escolas de ponta a ponta do Brasil. O projeto também prevê 500 mil alunos matriculados, nos próximos quatro anos, na rede de escolas técnicas federais. O que significa dobrar o número de vagas. É perfeitamente possível fazer isso porque o governo do Presidente Lula construiu o alicerce. Um alicerce que vai propiciar a matrícula de um milhão de alunos ainda nessa década, que se inicia em 2011.

Serra - A ampliação de vagas no ensino técnico será uma prioridade. Vamos conceder bolsas de ensino técnico à jovens de famílias beneficiárias do programa Bolsa Família. E estabeleceremos uma cooperação com estados e municípios. Hoje, no Brasil, existe oferta de trabalho e esses postos não são preenchidos, pois as pessoas não possuem a qualificação necessária. É vital investir no ensino profissionalizante para que os estudantes, desempregados ou profissionais que precisem de requalificação profissional rápida possam ser atendidos. Em São Paulo foi adotado um programa de requalificação que beneficiou 60 mil desempregados. Os cursos são rápidos, de quatro ou cinco meses. Se a pessoa não tiver seguro-desemprego ganha uma bolsa para fazer o curso. É preciso ampliar esse projeto para todo o Brasil. Meu objetivo é criar um milhão de vagas somente no ensino profissionalizante.

Perfil dos candidatos

Dilma Rousseff

A candidata Dilma Vana Rousseff, 62 anos, natural de Uberaba,Minas Gerais, filha do engenheiro e poeta búlgaro Pétar Russév, naturalizado brasileiro como Pedro Rousseff, e da professora brasileira Dilma Jane Silva, cursou a pré-escola no Colégio Isabela Hendrix e, em seguida, estudou no tradicional Colégio Sion. Aos 16 anos, transferiu-se para a Escola Estadual Governador Milton Campos.

Cursou a Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Nesse período, Dilma Rousseff começou a atuar no Comando de Libertação Nacional, organização que defendia a luta armada contra o regime militar. Em setembro de 1969, Dilma pertencia aos quadros do grupo Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, conhecido como VAR-Palmares.

Presa em 16 de janeiro de 1970, em São Paulo, ficou detida na Operação Bandeirantes. Nessa ocasião, ela foi torturada. Depois, Dilma foi encaminhada ao Departamento de Ordem Política e Social (Dops). Condenada em três estados, em 1973 é libertada, depois de ter conseguido redução de pena no Superior Tribunal Militar. Muda-se, então, para Porto Alegre. Lá, ela cursa a Faculdade de Ciências Econômicas, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 1979, filia-se ao Partido Democrático Brasileiro (PDT), fundado pelo ex-prefeito de Porto Alegre e ex-governador do Rio de Janeiro, por dois mandatos, Leonel Brizola.

Dilma Rousseff ocupou os cargos de secretária da Fazenda da Prefeitura de Porto Alegre, entre1986 e1989; presidente da Fundação de Economia e Estatística do Estado do Rio Grande do Sul, entre 1991e 1993; e secretária de estado de Energia, Minas e Comunicações em dois governos: Alceu Collares, do PDT, e Olívio Dutra, do Partido dos Trabalhadores (PT).
Filiou-se ao Partido PT em 2001, e coordenou a equipe de Infra-Estrutura do Governo de Transição entre o último mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o primeiro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tornando-se integrante do grupo responsável pelo programa de Energia do governo petista.

Dilma Rousseff foi ministra do Ministério das Minas e Energia entre 2003 e junho de 2005, passando a ocupar o cargo de ministra-Chefe da Casa Civil, de onde saiu para disputar a Presidência da República.

José Serra

O candidato José Serra, 68 anos, nasceu na Mooca, tradicional bairro de São Paulo. Em 1962, ingressou na política, como presidente da União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE-SP), cargo que ocupou até 1963. Depois, nos dois anos seguintes, foi presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Perseguido pelo regime militar, em 1964, seguiu para o exílio. No exterior, Serra enfrentou dificuldades e não conseguiu concluir seus estudos de engenharia. Decidiu cursar Economia. Fez seu mestrado nessa disciplina pela Universidade do Chile, da qual se tornou professor. Também foi funcionário da Organização das Nações Unidas (ONU).
Após o golpe do general Augusto Pinochet, José Serra foi obrigado a exilar-se novamente e foi para os Estados Unidos, onde fez outro mestrado e o doutorado em Ciências Econômicas pela Universidade de Cornell. Ele trabalhou, por dois anos, como professor do Instituto de Estudos Avançados de Princeton.

No final dos anos 70, amparado pela Lei da Anistia, José Serra retornou ao Brasil. Atuou como professor da Unicamp e pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), entre outras atividades. Foi um dos fundadores do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Atuou como secretário de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo.

Em 1986 foi eleito deputado federal por São Paulo, sendo um dos responsáveis pela confecção da Constituição de 1988. Reelegeu-se em 1990. Quatro anos mais tarde, foi eleito senador por São Paulo. Ocupou o Ministério do Planejamento e Orçamento do governo federal, na gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso até o meio de 1996. A partir de 1998 assumiu o Ministério da Saúde.

Serra liderou uma maciça campanha de combate à Aids, fato que levou a um reconhecimento internacional. Essa experiência foi adotada em vários países. Ele regulamentou a lei de patentes. Em sua gestão à frente da pasta da Saúde, Serra conseguiu aprovar uma resolução da Organização Mundial do Comércio que permite aos países quebrarem patentes em caso de interesse da saúde pública.

José Serra foi eleito prefeito de São Paulo e iniciou seu mandato em 2004. Dois anos depois ele deixou o cargo para concorrer ao governo do Estado de São Paulo. Elegeu-se ainda no primeiro turno. Deixou o cargo para se dedicar a campanha pela Presidência do Brasil.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Grupo português nega lançamento de jornal, mas confirma convites a profissionais

Grupo Ongoing/Ejesa, dono do Jornal O Dia, negou, em nota, que pretenda lançar o Jornal Brasil Novo para concorrer com O Globo. A direção da empresa afirmou que estuda, permanentemente, a criação de novos produtos, mas que não existe, no momento, nenhum projeto concreto de uma nova publicação.

No entanto, pessoas próximas ao grupo afirmam que esta negativa decorre da dificuldade na criação de uma estrutura adequada para o lançamento do Brasil Novo, em novembro, e da recusa de profissionais em trabalhar no novo projeto.

A empresa portuguesa confirma que fez alguns convites. Um integrante da Academia Brasileira de Letras foi chamado para ser colunista.

Porém, o grupo nega que o objetivo fosse formar uma equipe para um novo jornal. De acordo com a direção da empresa, o acadêmico foi chamado para ser colunista do Jornal O Dia. Ele foi convidado pelo diretor do jornal, Alexandre Freeland, e recusou. Alegou falta de tempo para se dedicar à coluna.


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Prêmio BM&FBovespa de Jornalismo 2010 oferece R$ 30 mil

As inscrições para o Prêmio BM&FBovespa de Jornalismo 2010 estão abertas até esta sexta, dia 22. A ficha de inscrição e o regulamento estão disponíveis no site www.bmfbovespa.com.br/imprensa.

Serão distribuídos cinco prêmios, de R$ 6 mil cada. São R$ 30 mil, no total. As categorias são:

"Jornal - São Paulo/Rio de Janeiro": matérias sobre o mercado de capitais, publicadas em jornais de São Paulo e do Rio de Janeiro.

"Revista - São Paulo/Rio de Janeiro": matérias sobre o mercado de capitais, publicadas em revistas de São Paulo e do Rio de Janeiro.

"Mídia impressa - demais capitais e interior": concorrem matérias sobre o mercado de capitais, publicadas em jornais e revistas de cidades brasileiras, exceto Rio de Janeiro e São Paulo.

"Mídia on-line": matérias sobre o mercado de capitais, veiculadas em agências de notícias, sites e portais do Brasil. Podem concorrer também reportagens publicadas em língua estrangeira, em agências, sites e portais de outros países, desde que produzidas por jornalistas que atuam como correspondentes no Brasil.

"Derivativos": matérias sobre derivativos financeiros e agropecuários, publicadas em jornais, revistas e mídia on-line de todo o país.

Cada jornalista poderá inscrever no máximo três trabalhos, individuais ou realizados em parceria. Envio das matérias à BM&FBovespa para o email imprensa@bvmf.com.br.

O Prêmio foi criado em 1988 e tem por objetivo o reconhecimento das matérias que representem uma contribuição efetiva para o desenvolvimento dos mercados brasileiros de capitais e de derivativos.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Grupo que comprou O Dia pretende lançar jornal para concorrer com O Globo

O grupo empresarial português Ongoing/Ejesa, proprietário do Jornal O Dia, deseja lançar em novembro o Jornal Brasil Novo. O objetivo é concorrer com O Globo no mercado do Rio de Janeiro.

Inclusive, o controlador do Ongoing, Nuno Vasconcellos, demitiu recentemente o presidente do grupo, Carmelo Furci, para dar maior velocidade aos seus planos de expansão. O substituto é o espanhol Rafael Mora, profissional que sempre foi muito ligado ao controlador. O objetivo do Ongoing é se estabelecer nas áreas de mídia, telecomunicações e infra-estrutura em vários países.

Nuno Vasconcellos, 45 anos, também é dono dos jornais portuguêses Diário Económico e Semanário Económico, entre outras diversas empresas.

sábado, 16 de outubro de 2010

Vargas Llosa participa de conferência em Porto Alegre

O escritor peruano Mario Vargas Llosa, 74 anos, vencedor do Nobel de Literatura 2010, afirmou, em entrevista, em Porto Alegre, que recebeu com surpresa o prêmio. No entanto, ele disse que o Nobel representa um reconhecimento à literatura latino-americana e à literatura em língua espanhola.

Professor visitante da Universidade de Princeton, Llosa participou, na última sexta, dia 15, do ciclo de conferências "Fronteiras do pensamento", na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Antes do evento, o autor de "Sabres e Utopias", "A Cidade e os Cachorros", "Travessuras da menina má" e "Pantaleão e as visitadoras", entre outras obras, afirmou que não mudará a forma de escrever por receber o Nobel. "Esse prêmio não mudará a minha escrita, o meu estilo. O que mudou foi minha vida diária. Não esperava estar cercado de tantos jornalistas".

Ao ser perguntado sobre qual destino daria ao prêmio de R$ 2,3 milhões, Vargas Llosa disse que esta decisão seria de sua esposa. "Isso deve ser perguntado à minha esposa. Só espero que ela me dê uns trocados para comprar alguns livros".

Em sua conferência, o escritor falou sobre o livro eletrônico. "É uma realidade que não pode ser detida. Meu temor é que o livro eletrônico provoque certa banalização da literatura, como ocorreu com a televisão, que é uma maravilhosa criação tecnológica, que, com o objetivo de chegar ao maior número de pessoas, banalizou seus conteúdos", disse.

Vargas Llosa disse que os leitores têm uma importante função na sociedade. "Os leitores poderão impedir a banalização da literatura. Temos que impor ao livro eletrônico a riqueza de conteúdo que teve o livro de papel. A pergunta é se realmente queremos isso", indagou.

Ao final, Vargas Llosa falou sobre a situação política na América Latina. Apesar de criticar os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e de Cuba, Raúl Castro, afirmou que a atual situação da América Latina é melhor hoje do que no passado. "Vejo um progresso considerável. Ainda temos ditaduras, como em Cuba, e semiditaduras, como na Venezuela. Também existem governos democráticos populistas, com vocação autoritária, como a Nicarágua e a Bolívia. Os demais têm pluralismo. São democracias imperfeitas, mas demos graças que haja esquerdas democráticas como as do Brasil e do Uruguai e direitas democráticas, como as da Colômbia, Peru e Chile".

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Cristovam Buarque membro da Universidade das Nações Unidas

Senador reeleito e ex-ministro da Educação, Cristovam Buarque foi nomeado como membro do Conselho Diretor da Universidade das Nações Unidas, com sede em Tóquio, na última semana. Ele terá mandato até 2016. Cristovam se juntará a especialistas do Japão, Estados Unidos e França, entre outros países.

Entre as tarefas dos conselheiros estão auxiliar na formulação de princípios e políticas para a Universidade da ONU, ajudar na condução da instituição, além de aprovar o orçamento bianual e o plano de trabalho.

A nomeação de Cristovam Buarque foi feita pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, foi a responsável pela indicação. Outros 13 membros de vários países se juntaram ao senador brasileiro numa nova formação do Conselho Diretor. As atividades do colegiado começam em dezembro.

Cristovam explicou que a universidade é formada por uma grande rede de instituições e centros associados. "Exerce influência sobre várias instituições de ensino do mundo inteiro. Participa de programas e pesquisas em áreas como desenvolvimento sustentável, combate à pobreza e demografia", disse.

domingo, 10 de outubro de 2010

PEC do Jornalista deverá ser votada dia 20 no Senado

No dia 20 desse mês deverá ser votada a Proposta de Emenda à Constituição 33/09 que torna obrigatório o diploma de Comunicação Social para o exercício da profissão de jornalista. A proposta será um dos 70 pontos da pauta do plenário do Senado. A PEC foi apresentada pelo senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE).

A matéria estabelece que a profissão de jornalista é exclusiva do portador de diploma de curso superior de Comunicação Social, com especialização em Jornalismo, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação.

Porém, a exigência do diploma não é obrigatória ao colaborador, profissional sem relação de emprego, e para quem comprove o efetivo exercício da profissão de jornalista, bem com aos jornalistas provisionados que já tenham obtido registro profissional regular perante o órgão competente.

Em junho de 2009, por 8 votos a 1, o Supremo Tribunal Federal derrubou a exigência do diploma de jornalista para o exercício da profissão. A decisão foi estabelecida no julgamento do Recurso Extraordinário 511961, interposto pelo Ministério Público Federal e pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo.

Votaram contra a exigência do diploma de jornalista o relator, ministro Gilmar Mendes, as ministras Cármen Lúcia e Ellen Gracie, e os ministros Ricardo Lewandowski, Eros Grau, atualmente aposentado, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso e Celso de Mello. O ministro Marco Aurélio Mello votou favoravelmente à exigência do diploma. O julgamento não contou com os ministros Joaquim Barbosa e Carlos Menezes Direito, recentemente falecido. Eles justificaram a ausência alegando problemas particulares.

Professor Paulo Alonso eleito para o PEN Clube do Brasil

Reitor do Grupo Anglo-Americano, professor Paulo Alonso, foi eleito para integrar o PEN Clube do Brasil, instituição fundada em 1936, no Rio de Janeiro.

O PEN Clube do Brasil é o centro brasileiro do PEN Internacional, com sede em Londres. E destina-se a congregar escritores com vistas a estimular a criação literária, a concepção universalista dos bens da cultura e a defender a liberdade de expressão.

Alguns dos integrantes do PEN Clube são Affonso Arinos de Mello Franco, Muniz Sodré, Heloisa Buarque de Holanda, Mary Del Priore e Moacyr Scliar.

Debate Dilma x Serra na Rede Bandeirantes

Começou o debate da Rede Bandeirantes para a Presidência da República.
Dilma Rousseff x José Serra. Mediação do jornalista Ricardo Boechat.

O clima está quente! Debate aberto. Denúncias dos dois lados.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Vargas Llosa ganha Nobel de Literatura

O escritor peruano Mario Vargas Llosa, de 74 anos, ganhou o prêmio Nobel de Literatura 2010 nesta quinta-feira, dia 7. O prêmio, de R$ 3 milhões, é oferecido pela Academia Sueca.
Ele é autor de obras como "Pantaleão e as visitadoras", "A festa do bode" e "Travessuras da menina má". Vargas Llosa já havia recebido, entre outros, o Prêmio Cervantes, o mais importante da literatura em língua espanhola, em 1994.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ciro Gomes integra campanha de Dilma Rousseff

O deputado federal Ciro Gomes vai integrar a equipe de campanha da candidata Dilma Rousseff (PT). Ciro desejava concorrer à Presidência e foi desestimulado pelo presidente Lula. O deputado é inimigo político do candidato José Serra (PSDB).

Novo secretário estadual de Educação do Rio de Janeiro

O governador reeleito do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, anunciou o nome de Wilson Risolia como novo secretário estadual de Educação. Ele assume nesta quarta-feira, dia 6. Substitui a secretária Teresa Porto. Wilson Risolia foi diretor-presidente do RioPrevidência. Ele deixou o cargo ontem.

Segundo Cabral, a principal ação de Risolia foi a redução do tempo de concessão de benefícios de um ano para 30 minutos. Gustavo Barbosa, que ocupava a função de diretor de Administração e Finanças, assume o RioPrevidência.

sábado, 2 de outubro de 2010

Sarney hospitalizado no Maranhão

O presidente do Senado, José Sarney, foi internado no Hospital UDI, de São Luís, no Maranhão. O boletim médico, assinado pelo médico Carlos Gomes, explica que o senador deu entrada na cardiologia do hospital, às 14h30, com arritmia cardíaca. Sarney está em observação. No momento, o presidente do Senado está clinicamente estável, segundo boletim médico.