Hífen após anti.
Fonte - Professor Sérgio Nogueira (consultor TV Globo)
De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, o hífen não é mais utilizado nas palavras em que "anti" é sucedido por R ou S. Nesses casos, o R ou o S deverão ser dobrados.
Assim:
Grafia antiga: anti-rugas;, anti-retroviral, anti-social;
Nova grafia: antirrugas”, antirretroviral;, antissocial
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Quando usar esse e este
Quando usar esse e este
Fonte: Sandra Quarezemin - doutora em Linguística e professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
"Esse" é usado para retomar um termo, uma ideia ou uma oração já mencionados, como no exemplo a seguir: "A Terra gira em torno do Sol. Esse movimento é conhecido como translação".
"Este", por sua vez, introduz uma ideia nova, ainda não mencionada, como podemos observar na frase "Este argumento de que os homens não choram é ultrapassado".
Fonte: Sandra Quarezemin - doutora em Linguística e professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
"Esse" é usado para retomar um termo, uma ideia ou uma oração já mencionados, como no exemplo a seguir: "A Terra gira em torno do Sol. Esse movimento é conhecido como translação".
"Este", por sua vez, introduz uma ideia nova, ainda não mencionada, como podemos observar na frase "Este argumento de que os homens não choram é ultrapassado".
"Este" também pode indicar proximidade do falante, enquanto "esse" nos dá a ideia de proximidade do ouvinte. Vejamos as frases: a) "Este sapato me pertence", b) "Quando você comprou esse sapato que está usando?". Em (a), o sapato é de quem fala e, portanto, está mais próximo dele. Em (b), o sapato é do ouvinte.
Os dois termos são classificados pela gramática como pronomes demonstrativos e são usados quando o falante quer esclarecer a identidade de um referente (nome), retomar conteúdos e localizálo no tempo e no espaço. Entre essas funções, a mais importante é a de retomar ideias já mencionadas e ajudar na articulação do texto.
Casos de uso da vírgula (proibida e obrigatória)
Uso da vírgula
Fonte: Manual Redação Folha SP
Vírgula proibida - Entre sujeito e predicado ou entre predicado e sujeito.
Entre verbo e seu(s) complemento (s).
Exemplo: O ministro das Relações Exteriores da França está em Brasília/Está em Brasília o ministro das Relações Exteriores da França.
Vírgula obrigatória - Depois de orações adverbiais antepostas.
Exemplos: Se não chover, haverá jogo;
Quando a economia entrou em colapso, o ministro renunciou;
Ao deixar o governo, o prefeito voltará a dar aulas na universidade.
Antes do "que" que introduz oração explicativa.
Exemplo: Nosso time, que ganhou o torneio neste ano, foi vice dessa competição em 2005 e 2006.
Quando há elipse do verbo (omissão do verbo escrito anteriormente).
Exemplo: Os cariocas preferem praia; os paulistas, shopping.
Para separar conjunções contíguas.
Exemplos: Irá a São Paulo, mas, se não receber o cachê antes, não cantará;
Disse que, quando for a Brasília, tentará uma audiência com o presidente.
Antes de "mas" (com sentido de "porém"), "porém", "contudo","entretanto", "todavia", "portanto", "por isso" etc.
Exemplo: Jogou bem, mas perdeu; Estudou, porém foi reprovado; O acordo não será renovado, portanto os empregos serão mantidos.
Antes de "e" que introduza oração de sujeito diferente do da anterior, se, sem a vírgula, houver a possibilidade de entender o sujeito da segunda oração como complemento do verbo da primeira.
Exemplo: Fifa pune Maradona, e Pelé recebe prêmio.
Para separar adjuntos adverbiais de natureza diferente.
Exemplo: Ontem à noite, no Engenhão, sem sete titulares, sob chuva forte, o Flamengo derrotou o Vasco.
Fonte: Manual Redação Folha SP
Vírgula proibida - Entre sujeito e predicado ou entre predicado e sujeito.
Entre verbo e seu(s) complemento (s).
Exemplo: O ministro das Relações Exteriores da França está em Brasília/Está em Brasília o ministro das Relações Exteriores da França.
Vírgula obrigatória - Depois de orações adverbiais antepostas.
Exemplos: Se não chover, haverá jogo;
Quando a economia entrou em colapso, o ministro renunciou;
Ao deixar o governo, o prefeito voltará a dar aulas na universidade.
Antes do "que" que introduz oração explicativa.
Exemplo: Nosso time, que ganhou o torneio neste ano, foi vice dessa competição em 2005 e 2006.
Quando há elipse do verbo (omissão do verbo escrito anteriormente).
Exemplo: Os cariocas preferem praia; os paulistas, shopping.
Para separar conjunções contíguas.
Exemplos: Irá a São Paulo, mas, se não receber o cachê antes, não cantará;
Disse que, quando for a Brasília, tentará uma audiência com o presidente.
Antes de "mas" (com sentido de "porém"), "porém", "contudo","entretanto", "todavia", "portanto", "por isso" etc.
Exemplo: Jogou bem, mas perdeu; Estudou, porém foi reprovado; O acordo não será renovado, portanto os empregos serão mantidos.
Antes de "e" que introduza oração de sujeito diferente do da anterior, se, sem a vírgula, houver a possibilidade de entender o sujeito da segunda oração como complemento do verbo da primeira.
Exemplo: Fifa pune Maradona, e Pelé recebe prêmio.
Para separar adjuntos adverbiais de natureza diferente.
Exemplo: Ontem à noite, no Engenhão, sem sete titulares, sob chuva forte, o Flamengo derrotou o Vasco.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
CNPq deve ampliar vagas para brasileiros em universidades alemãs
Diretores do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq) e do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico devem firmar parceria entre Brasil e Alemanha até abril.
O objetivo do acordo é ampliar as vagas para estudantes brasileiros em universidades alemãs. As oportunidades vão desde a graduação sanduíche (modalidade em que o aluno alterna o período de estudo entre o Brasil e outro país) até o pós-doutorado.
O objetivo do acordo é ampliar as vagas para estudantes brasileiros em universidades alemãs. As oportunidades vão desde a graduação sanduíche (modalidade em que o aluno alterna o período de estudo entre o Brasil e outro país) até o pós-doutorado.
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