terça-feira, 16 de novembro de 2010

Dilma deve manter Mantega e Meirelles em seus cargos

A presidente eleita Dilma Rousseff deverá manter Guido Mantega no Ministério da Fazenda e Henrique Meirelles no comando do Banco Central. Ao que parece, ela ouvirá o conselho do presidente Lula em conversas no Palácio do Planalto.

O presidente considera que é importante o equilíbrio entre Guido Mantega, conhecido por possuir um perfil mais desenvolvimentista, e Henrique Meirelles, com características mais conservadoras.

Segundo Lula, um claro sinal que a política econômica não será alterada. Atitude que, para o presidente, acalmaria o mercado financeiro num momento de valorização do real em relação ao dólar e de uma possível guerra cambial entre alguns países.

sábado, 6 de novembro de 2010

FHC cotado para uma vaga na ABL

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está cotado para assumir a cadeira nº 15 da Academia Brasileira de Letras. Ele sucederia o falecido padre Fernando Bastos de Ávila.

O nome de FHC foi cogitado após o falecimento do acadêmico José Mindlin em 28 de fevereiro deste ano. No entanto, o diplomata e poeta Geraldo Holanda Cavalcanti era favoritíssimo e os acadêmicos não desejavam eleger um político em plena campanha presidencial.

Fernando Henrique só será candidato se tiver a certeza da vitória. Sabe que existe uma forte oposição de alguns imortais, principalmente José Sarney. Quem também deseja a vaga é o escritor e cartunista Ziraldo.

Faleceu ex-reitor da PUC-Rio e membro da ABL, padre Ávila

Padre Fernando Bastos de Ávila, titular da cadeira nº 15 da Academia Brasileira de Letras e ex-reitor da PUC-Rio, faleceu hoje, às 5h, de câncer. Ele estava internado na Casa de Saúde Irmão Luciano, em Belo Horizonte.

O enterro está sendo realizado, neste momento, no Cemitério Bosque da Boa Esperança, Zona Norte de BH. A sessão de saudade da ABL acontecerá nesta quinta-feira, dia 11. Ao final, será declarada vaga a cadeira nº 15.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Possíveis nomes para o ministério de Dilma

Após a eleição de Dilma Rousseff, ontem, começou uma acirrada disputa pelo comando dos ministérios. Alguns nomes são naturais. É o caso do ex-ministro Antonio Palocci (PT-SP), que deverá ser indicado para a Casa Civil. No entanto, ele deseja, realmente, a presidência da Petrobras. Caso ele convença Dilma, a Casa Civil seria entregue a Paulo Bernardo, atual ministro do Planejamento. Neste cenário, Guido Mantega ocuparia o lugar de Bernardo. A Fazenda iria para Luciano Coutinho, presidente do BNDES.

A vaga no BNDES é um desejo de Ciro Gomes. Porém, Dilma gostaria de colocar um técnico. A Justiça poderá ficar com o deputado federal José Eduardo Cardozo (PT-SP), o mais cotado, ou com o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.

A Saúde tem como favorito o secretário estadual do Rio, Sérgio Côrtes, indicação do governador Sérgio Cabral. O atual ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi (PDT-RJ), está cotado para permanecer na pasta.

Deputado reeleito pelo PT-RJ, Carlos Minc, provavelmente voltará ao Ministério do Meio Ambiente. Quem também poderá ficar no mesmo lugar é o ministro das Cidades, Márcio Fortes de Almeida, do PP. O mesmo deverá ocorrer na pasta da Defesa, com Nelson Jobim.

Segue a disputa pela Educação entre o atual ministro Fernando Haddad e o deputado Gabriel Chalita (PSB-SP). Dilma prefere Chalita, que ajudou muito na questão do aborto. No entanto, Lula gostaria da manutenção de Haddad, um ministro que ele admira.

Aloisio Mercadante poderá receber a pasta da Ciência e Tecnologia. O ministro dos Esportes, Orlando Silva Junior poderá permanecer no cargo. Porém, o atual governador do Paraná, Orlando Pessuti, está na briga.

O senador Osmar Dias (PDT-PR), pode ser confirmado na Agricultura. A Cultura poderá ficar com o ator da TV Globo, José Abreu.